terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Vice-presidente jurídico diz que Nissan quer investir no Vasco

LANCEPRESS! - 04/12/2012 - 10:01 Rio de Janeiro (RJ)

Anibal Rouxinol (Foto: Wagner Meier)
Anibal Rouxinol na sala de imprensa do Vasco (Foto: Wagner Meier)

Buscar um patrocínio forte é a saída mais rápida para um clube de futebol solucionar seus problemas financeiros. O Vasco, que vive uma grave crise quando o assunto é dinheiro, começa a se mexer para 2013. Pelo menos é o que diz o vice-presidente jurídico do Cruz-Maltino, Anibal Roxinol. Segundo ele, o Gigante da Colina está negociando com as marcas Nissam e Nike.

- A Nissan está muito adiantado, muito. Eles querem. Eles estão abrindo uma nova fábrica no Brasil, querem investir no futebol, têm interesse e têm interesse no Vasco. A marca Vasco, para eles, é muito importante. Independente da Nissan, tem outras empresas também negociando. Há empresas de material esportivo, embora a Penalty nos atenda muito bem, mas muito bem. Mas a Nike acena com alguma coisa fantástica para o Vasco - disse Roxinol ao programa de rádio Caldeirão Vascaíno.

Roxinol ainda comentou que a atual patrocinadora master do clube, Eletrobras, pode continuar.

- Com relação aos patrocínios, nós temos ainda grande, grande chance de continuar com a Eletrobras. Ela e uma outra que, acredito eu, seja a Nissan, porque está bem encaminhado o assunto. É um assunto que vem encaminhado até com o interesse do governador do Estado, que tem nos ajudado. A Nissan é um assunto do governo do Estado, que tem nos ajudado - afirmou.

O vice jurídico também falou sobre a situação do Vasco sobre a penhora de 100% sofrida pelo clube junto à Receita Federal.

- Em relação a Receita, o Vasco sempre foi um clube pagador, sempre honrou seus compromissos e vai pagar. Só que tem que pagar de uma maneira que possa pagar e continuar vivendo. Se ele pagar os 100% agora, vai demorar alguns anos pagando e vai deixar de arrecadar – o futebol vai deixar de existir, o associado não vai pagar – então não adianta a Receita pegar os 100% agora e daqui a pouco não ter nada para pegar. É trivial que se faça um acordo, a gente propõe 2,5%, mas até 5% o Vasco vai conseguir - contou.