douglas vasco treino
(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)
Douglas entrará em campo no clássico contra o Fluminense com o status de já ter disputado 11 jogos como titular do Vasco neste Campeonato Brasileiro. Na posição, só perde para Dedé, que chegou a 12. De não relacionado em maio a absoluto no time de Cristóvão Borges, o zagueiro adquiriu moral para ser um porta-voz sobre o momento de oscilação no rendimento. A defesa passou sete rodadas sem levar gols, mas começou a falhar desde a derrota para o Atlético-MG, há dez dias: foram quatro em três ocasiões. Nada que abale o trabalho, garante. Para o camisa 14, aquela situação era anormal.
- Não é normal ficar sete jogos sem tomar gol. Se for comparar, ninguém ficou tanto tempo assim. O Brasileiro é difícil, equilibrado, é normal sofrer numa partida ou outra. A gente luta para que não aconteça, mas, pelo bom tempo que ficamos invictos, gera a expectativa, a cobrança aumenta. Mas encaramos com naturalidade. O objetivo é não sofrer gols, porque logo a equipe não vai perder. Mas sofrer gol é natural, é do futebol - ponderou Douglas.
Agora que pegou o gostinho de se destacar, apesar da sombra do retorno iminente de Renato Silva e Rodolfo, ele não quer mais deixar a equipe titular.
- Desde o momento que comecei a jogar, encarei como a oportunidade da vida. Poder jogar, ter sequencia boa de jogos, ajudando equipe mesmo. Antes jogava um, ficava algum tempo fora, não tinha previsão. Tinha que esperar aparecer outra brecha. E quando surgiu essa chance, com Rodolfo e Renato Silva fora, quis agarrar para não sair mais. Nosso sistema defensivo tem muitas opções, e acho que o Vasco está bem servido. Fico feliz com o momento e, se depender de mim, não quero sair mais.